• +55 (61) 3345.0477 / +55 (61) 98178.8117 (WhatsApp)

Artigos

Vida a dois: como alinhar finanças e o coração?

Quarta, 08 Junho 2016 22:49

O casal Rogério Olegário e Angélica Rodrigues, autores do livro “Família, Afeto e Finanças” falam sobre detalhes que pode fazer toda a diferença no equilíbrio da vida a dois e nas finanças.
Tudo vai às mil maravilhas na vida a dois quando as finanças estão em dia. Mas quando os gastos passam do limite e o orçamento aperta, o que é preciso fazer para não deixar que isso abale a vida conjugal e a estrutura familiar? Perguntas como essa e muitas outras voltadas para o equilíbrio afetivo e financeiro são respondidas pelo casal de autores do livro “Família, Afeto e Finanças, Rogério Olegário e Angélica Rodrigues.

Na opinião de Angélica, que também é psicóloga e psicoterapeuta, o pilar que sustenta a base do relacionamento frente às questões financeiras é o diálogo. “As conversas transparentes devem se iniciar já no namoro”. Nessa fase é interessante falar de forma aberta, por exemplo, sobre como ambos se relacionam com o dinheiro e o que é prioridade no orçamento das despesas mensais de cada um. Se há planos para o casório, então podem trocar ideias sobre como serão distribuídas as despesas na vida depois que passarem a dividir o mesmo teto”, explica.

Em complemento, Rogério Olegário, consultor financeiro e marido de Angélica, aponta que o planejamento é outro importante fator e que deve ser colocado em prática por ambos. “O casal precisa respeitar sua realidade econômica, e a partir disso, planejar o que será feito com o dinheiro, um plano de voo financeiro e depois, juntos, um ajudará o outro a cumprir este plano, respeitando-se os limites estabelecidos a cada mês. Para aqueles que já são casados e têm filhos acima de 10 anos, esse planejamento pode ser compartilhado com eles. Além de traçarem sonhos em conjunto, a ação ajuda a manter a família unida”, ressalta ele.

Dicas como essas orientadas por Angélica Rodrigues e Rogério Olegário podem mudar o rumo de muitos casais, tanto aqueles que estão à beira de uma crise conjugal originada na pilha de contas a pagar, quanto aqueles que estão em equilíbrio, mas querem melhorar as finanças do lar. É importante salientar que as conversas sobre este assunto deve ser iniciada ainda no namoro. Assim, evitarão surpresas desagradáveis quando o assunto for administração financeira a dois a partir do casamento.